O grupo musical As Ganhadeiras de Itapuã apareceu ao vivo no Jornal da Manhã, desta segunda-feira (27), na Lagoa do Abaeté, em Itapuã, bairro de Salvador, destacando a força da Mulher negra, cujo dia internacional foi no sábado (25).
As Ganhadeiras conectam sua ancestralidade ao lançamento do novo álbum “Samba de Mar Aberto”, reafirmando a força, a resistência e o protagonismo histórico das mulheres negras na cultura popular da Bahia.
Mar Aberto
O grupo preparam mais um momento marcante dos seus 22 anos de trajetória, com o lançamento do novo álbum intitulado “Samba de Mar Aberto”, que chega às plataformas digitais no dia 27 de julho.
No mesmo dia, às 17h, uma transmissão ao vivo vai reunir gestores, músicos e parceiros para falar sobre os bastidores de gravação e a preparação do show de lançamento, estimado para acontecer no mês de outubro, na nova sede do grupo que está sendo construída nas imediações da Lagoa do Abaeté.
Live
Durante a Live, o público vai conhecer o processo de construção do segundo álbum, como as músicas foram escolhidas e arranjadas, sua concepção artística, processo de preparação vocal, as parcerias que engrandeceram o projeto, entre outras curiosidades.
Equipe de Produção
Com produção musical de Alê Siqueira, direção musical e arranjos de Amadeu Alves, o novo álbum conta com projeto gráfico assinado pela Editora Solisluna, com fotografia de Ricardo Martins, texto de apresentação por Danilo Barata, e arte da capa produzida por Dona Edsoleda Santos, artista local de mais de 80 anos de idade que também assina os desenhos que estão presentes no Museu Virtual Casa de Ganho.
Identidade musical
“O samba de mar aberto é o sotaque, o jeito, a identidade da música de beira de praia nessa região da Bahia, que está ligado às demais matrizes de samba da Bahia, como o samba do recôncavo, a chula, o samba do sertão, mas tem sua marca registrada agora com essa denominação, além de incluir no nosso balaio sonoro outros toques de terreiro, de blocos afros, de ciranda, maracatu, e até o frevo, que faz parte da musicalidade baiana”, conta Amadeu Alves, diretor Musical do grupo.