Nas eleições, os candidatos e candidatas têm que lidar com uma praga que ronda todas as campanhas, os ‘marqueteiros palpiteiros’.
Eles ficam apontando, toda hora, o que fazer: bate em fulano, contrata cicrano, fala desse assunto, não toca naquele… Falam da roupa, do discurso, enfim, igual ao torcedor no futebol.
Em tempos de internet e redes sociais, a TV e o rádio perderam o protagonismo nas campanhas. O marketing político está se virando para se adaptar.