Mercado ilegal movimenta R$ 60 bilhões ao ano na economia informal, sem recolher imposto, financiando facções criminososas que instalaram base próximas à fronteira, em Foz do Iguaçu (PR).
Cigarro é o item mais lucrativo, mas contrabandistas também lucram muito com remédios piratas (incluindo canetas emagrecedoras), celulares, bebidas falsificadas e brinquedos.
Contrabandear produtos do Paraguai para o Brasil pode render lucros superiores a 500% ao crime organizado.
Além de abastecer as facções, o contrabando gera concorrência desleal com empresas que atuam legalmente.
Atividade no passado restrita a sacoleiros ou muambeiros, como os compradores eram chamados, hoje o contrabando é essencialmente dominado por facções como o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho), mas também por grupos menores que buscam ganhar espaço.
O contrabando de produtos do Paraguai se tornou uma das mais lucrativas frentes de atuação do crime.
Bahia40graus / Com informações da Folha – Foto: Danilo Verpa – Folhapress