Nesta segunda-feira, 26 de outubro, o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), cancelou todos os passaportes emitidos em nome do senador Flávio Bolsonaro (PL) e proibiu o senador de deixar o país.
Flávio já foi intimado pela Polícia Federal pela manhã. A decisão de Moraes prevê ainda que ele está proibido de se comunicar com Willer Tomaz, advogado que é amigo do senador e investigado por suspeita de lavagem de dinheiro.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Flávio disse que a motivação da apreensão do passaporte teria sido uma declaração de seu irmão,
o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), que afirmou na sexta-feira (23) que o senador deveria deixar o país caso saísse derrotado das eleições.
O senador é formalmente investigado no inquérito do STF que envolve o filme “Dark Horse”, que recebeu ao menos R$ 65 milhões de Daniel Vorcaro, do Banco Master.
O ministro Moraes também ordenou que a PF inclua um “alerta migratório” no Sonar, um sistema de segurança e controle de deslocamentos entre países.