A maioria da federação PP – União Brasil defende que o grupo mantenha uma posição de independência na disputa presidencial. A informação é da coluna Andreza Matais, do Metrópoles.
Segundo a coluna, dois fatores são apontados para o distanciamento:
1 – A avaliação de que Flávio Bolsonaro hesitou em defender o presidente do PP, Ciro Nogueira, quando ele foi citado em investigações envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro
2 – O desgaste provocado pela relação do senador com o empresário, apontado como suposto financiador de um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Vice descartada
As especulações de que a senadora Teresa Cristina (PP-MS) poderia ocupar a vaga de vice na chapa de Flávio também são descartadas por dirigentes da federação.
Um interlocutor chegou a ironizar a possibilidade: “A chance de apoio a Flávio é 10, mas numa escala em que a menor nota é 10 e a maior é mil.”
Segundo a apuração da coluna, o presidente do União Brasil, Antonio Rueda, também tentou emplacar o nome de Pablo Marçal como alternativa para a disputa presidencial, mas a proposta não avançou.
Fundo bilionário
Com um fundo partidário estimado em R$ 1 bilhão, a federação PP-União Brasil segue sendo uma das principais forças políticas nas articulações para as eleições.